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27 agosto 2011

Chuva Ácida

Parece que esse blog de biologia, não fala de biologia.

Relaxa... estamos no Inverno.

Essa musica do Legião fala de tema ecológico, repare nesse trecho:

Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos...

Essa estrofe fala sobre chuva ácida... vamos ler um pouco sobre o tema:

A chuva ácida é uma das principais consequências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de peróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrôgenio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida.

Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; assim, as chuvas ácidas podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países.
O solo se empobrece, a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corruídos, aos poucos, pela chuva ácida.


Prejuízos para o homem:
1. Saúde: A chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

2. Prédios, casas, arquiteturas: A chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas, edifícios e arquitetura, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc.

Prejuízos para o meio ambiente:
1. Lagos: Os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados perdendo toda a sua vida.


2. Desmatamentos: A chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente, agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem e assim vão indo até formar uma clareira. Essas reações podem destruir florestas.

3. Agricultura: A chuva ácida afeta as plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

Como evitar a Chuva Ácida:
-Conservar energia
-Transporte coletivo
-Utilização do metrô
-Utilizar fontes de energia menos poluentes
-Purificação dos escapamentos dos veículos
-Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.

Por essas coisa que digo: Legião Urbana é único!!!

02 abril 2010

Conceitos em Ecologia

Hum... O que é ecologia?
A palavra ecologia vem do grego, oikos=casa e logos=estudo, ou seja, estuda as relações entres os seres vivos e o ambiente onde vivem, portanto estuda a "casa" dos seres vivos, seus hábitos, sua função e sua dinâmica num determinado ecossistema.
A ecologia não se resume no conhecimento morfológico de um determinado ecossistema, é importante conhecer sua dinâmica, evitanto possíveis impactos que podem levar um determinado ambiente à extinção.
Para se estudar ecologia, deve-se compreender alguns conceitos:
* Biocenose: Compreende diversas espécies que vivem numa determinada região, pode ser denominada como biota.
* Biótopo: É o local onde vive a biocenose, formado por fatores bióticos (formado por seres vivos, tais como: vegetais, animais e microrganismos); e fatores abióticos (formado pela terra, água e afins).
*Habitat: Pronuncia-se hábita... sem o t, sabe como é, palavra de origem latina coisa e tal... É o local onde vive uma determinada espécie, seja terrestre, marítimo, coisa e tal.
*Ecossistema: Já compõe um conjunto vivo, formado pela biocenose e pelo biótopo em interação, ou seja, vai além do conceito de comunidade, e abrange as diversas espécies de seres vivos que habitam numa determina biocenose, aqui envolve fatores como solo, água, clima e etc. Portanto quando se fala em preservar/conservar o ecossistema, não podemos excluir a matéria inanimada, pois esta afetada dificultará a dinâmica de um ecossistema.

12 outubro 2009

Ciclo da Água


Vozes... Depois do feriadão... É hora de continuar nossos estudos ecológicos, hoje é sobre o Ciclo da Água.

A lagoa do vídeo me fez inspirar para falar sobre esse conteúdo.

O ciclo da água se inicia com o sol, isso mesmo, nosso velho e amigo sol (e bota velho nisso - 5 bilhões de anos) que faz com que as águas dos rios, lagos, mares e oceanos se evaporem, indo para os altos céus, da mesma forma ocorre a transpiração, que é realizada pelos seres vivos, animais e vegetais, indo para os altos céus também, assim como ocorre com as geleiras, um processo chamado de sublimação (água do estado sólido - gelo - parti para um estado gasoso), isso tudo irá resultar na condensação, devido a baixa temperatura dos altos céus (empolguei com esse termo) o vapor de água se liquefaz surgindo portanto as nuvens.

Uma vez condensada, tal água resultará numa precipitação, isso mesmo, nossa querida e amada chuva, e dessa forma a água escoará para o subsolo, rios e lagos completando e reiniciando o ciclo da água.

O Ciclo da Água, pode ser dividido em dois ciclos:
a) Pequeno ciclo - envolvendo evaporação, condesação e precipitação.
b) Grande ciclo - envolvendo transpiração, condesação e precipitação.


Resumindo, no pequeno ciclo estão envolvidos apenas fatores abiótico, e no grande ciclo fatores bióticos.

28 setembro 2009

Um pouco de ecologia não faz mal a ninguém.


Ecologia é um tema gostoso de se estudar, quanto mais quando estamos inseridos na natureza...


Fiz uma viagem até Pirenópolis com meus alunos, e foi fenômenal, pois lá eles puderam compreender como ocorre a dinâmica das populações, perceberam a importância de se preservar/conservar um bem que é nosso, e ainda por cima se descontrair. Essa foto foi tirada na porta da igreja matriz, linda ela.


A palavra ecologia vem do grego: Oikos - casa; Logos - estudo, ou seja, o estudo da nossa casa, isso mesmo, a natureza deve ser encarada como sendo a nossa casa, o nosso habitat, e não algo visto de longe no Globo Ecologia achando tudo belo e surreal.


Nesta primavera curta um pouco mais da natureza.


Força sempre!

23 agosto 2009

Eu... Meus alunos... E a Mata de Galeria!


Ae Vozes.



A aula de campo foi uma maravilha, nada melhor do que estudar o ambiente é estar inserido nele, na verdade somos parte desse meio ambiente, a palavra humano vem do latim humus, ou seja, terra, somos filhos da terra, do ambiente, é chegado a hora de amar nosso habitat natural.



Bem... se vocês prestaram atenção, pode reparar no mostrinho no final da ponte, o muleque quase matou todo mundo de susto quando começou a pular da ponte... pensa!!!



Essa mata aí é uma Mata de Galeria, formações florestais que acompanham rios de pequeno porte e córregos do planalto central, sendo associadas a nascentes de rios, por isso chamadas de higrófilas.



Essas formações formam corredores fechados (galerias) sobre curso d’água. O estrato arbóreo varia entre 20 e 30 metros, fornecendo cobertura de 70 a 95%, e é responsável pela alta umidade no interior da mata, bem como pela ausência de gramíneas.



As árvores são espécies perenifólias (sempre com folhas), não apresentando caducifolia (folhas caducas como diziam os antigo) na estação seca. Encontra-se no solo da mata galeria grande quantidade de matéria orgânica, oriunda da própria vegetação e da água do rio em épocas de enchente. As matas de galeria atuam como barreiras físicas, regulando os processos de troca entre ambientes terrestre e aquático, propiciando condições a infiltrações, uma vez que a mata de galeria protege os recursos hídricos, evitando a erosão.


A mata de galeria apresenta maior complexidade estrutural, o que resulta numa grande diversidade se comparada com demais ecótonos do cerrado. As matas de galerias são fundamentais para a manutenção da diversidade de aves do cerrado, pois essas formações florestais formam corredores que interligam aves entre Brasil Central, a Floresta Amazônica e Mata Atlântica.



Entretanto hoje a mata de galeria não age apenas como corredores de interligação, pois 51,8% das espécies de aves que se reproduzem no cerrado o fazem neste tipo de vegetação, ou seja, as matas de galeria são habitats chaves tanto para manter a fauna singular quanto oferecer alimentos, podendo também influenciar na diversidade de ecótonos que a circunda, principalmente no “efeito de bordas”, devido a sobreposição de habitats.

27 janeiro 2009

Trilogia da Aula na Praça do Ancião - Parte III

Ae galerinha... faltam 332 dias para o natal...

Aqui tah o final da trilogia da Aula na Praça do Ancião... Vocês perceberão que eu estou meio nervoso, o Dudu também gravou escondido... sei lá o que...

Então vai um resuminho: Ciclo do Nitrogênio.




O nitrogênio é um elemento que entra na constituição de duas moléculas
orgânicas extremamente importantes: as proteínas e os ácidos nucléicos. Embora esteja presente em grande porcentagem no ar atmosférico, na forma de N2, poucos são os organismos que o assimilam nessa forma.


Apenas certas bactérias e algas cianofíceas podem retirá-lo do ar na forma de N2 e incorporá-lo às suas moléculas orgânicas. Como conseqüência, os demais seres vivos dependem daqueles organismos para a fixação do nitrogênio ambiental.

As bactérias que fixam o nitrogênio diretamente da atmosfera vivem próximo à superfície do solo. Ao morrer e ser degradadas, essas bactérias liberam seu nitrogênio no solo, na forma de moléculas de amônia. Outros tipos de bactérias transformam a amônia em nitratos e é, nessa forma, que as plantas absorvem o nitrogênio do solo, por meio de suas raízes. Os herbívoros obterão nitrogênio ao comerem as plantas. Certas bactérias fixadoras de nitrogênio atmosférico, ao invés de viverem livres no solo, vivem no interior dos nódulos formados em raízes de plantas leguminosas, como a soja e o feijão. Ao fixarem o nitrogênio do ar, essas bactérias fornecem parte dele às plantas. A rotação de culturas é uma prática recomendável, porque as plantas leguminosas colocam em disponibilidade o nitrogênio para outras culturas. A devolução do nitrogênio à atmosfera, na forma de N2, é feita graças à ação de outras bactérias, chamadas denitrificantes. Elas podem transformar os nitratos do solo em N2, que volta à atmosfera, fechando o ciclo.